quinta-feira, junho 16, 2005

Sopinha

Estou trabalhando até a meia-noite e ando obcecada por sopinhas instantâneas para tomar na caneca quando chego em casa*. Além de muito fáceis de fazer, elas têm no máximo 100 calorias. Sim, também ando meio obcecada por cortar calorias, e o principal problema de fazer regime é que eu enjôo de tudo muito rápido.

Mas a variedade de sabores disponíveis dessas sopas praticamente garante que passarei o inverno sem enjoar. Já era fã das da Knorr (mandioquinha, abóbora, queijo e cebola) e descobri a "Vono", da Ajinomoto, que tem milho com croutons (os "croutons" são risíveis e totalmente dispensáveis), milho com frango, batata com croutons, batata com carne desfiada, queijo cremoso com croutons, queijo com tomate e manjericão e champignon. A Vono dissolve melhor que as concorrentes e não há o risco de morder uma bola de pó de sopa inadvertidamente.

De acordo com o fabricante, a marca Vono vem da expressão japonesa HonoBono**, que representa "uma sensação envolvente e reconfortante". Mas nesse quesito nenhuma ganha da sopa de ouro*** que a minha mãe congelou em embalagens individuais e à qual recorro quando a fome vem junto com a necessidade de um bom colo.

* Quando quero comer sopa fora de casa vou no Acabit, onde dá pra tropeçar no Reginaldo Faria
** A Erica, que é filha de japonês, disse que essa palavra não existe
*** Sopa de legumes passada no liqüidificador. Expressão utilizada na época em que eu tinha uma colher torta e um prato laranja fundo só pra mim